segunda-feira, 29 de março de 2010

Baixar versão completa do Windows Live Essentials

Na página de download do Windows Live só existe inicialmente a opção de baixar o instalador web deste pacote de programas, o arquivo "wlsetup-web.exe". Mas a segunda apresentação desta página fornece para download o instalador offline, com a versão completa do Windows Live Essentials, o arquivo "wlsetup-all.exe".

Siga os passos abaixo para fazer o download do arquivo "wlsetup-all.exe":

- Abra a página de download do Windows Live Essentials, pelo endereço "http://download.live.com/".
- Clique no botão "Baixar", localizado na coluna da direita desta página.
- Cancele o download do instalador web, o arquivo "wlsetup-web.exe".
- A página de download agora mostra o botão "Tentar novamente", é este botão que irá fornecer o arquivo do pacote completo.
- Clique no botão "Tentar novamente" para baixar o arquivo "wlsetup-all.exe".

O arquivo "wlsetup-all.exe" possui aproximadamente 136 MB de tamanho e contém todos os programas que compõem o Windows Live Essentials, para uma instalação offline, ou seja, não é necessário estar conectado à Internet durante a instalação.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Problema de Lógica: Medir o tempo com cordas

Atenção, resposta logo após o problema.

Você tem duas cordas de comprimentos diferentes. Colocando fogo em uma das pontas, cada uma delas queima em uma hora. Além disso as cordas têm diâmetros diferentes e o diâmetro de cada corda não é uniforme, existem pedaços mais finos e outros mais grossos. Como não são uniformes, queimar as cordas até a metade não corresponde a meia hora. Como podemos medir 45 minutos?





RESPOSTA





Põe-se fogo, ao mesmo tempo, nas duas pontas de uma corda e em uma ponta da outra corda. Quando a corda com fogo nas duas pontas chegar ao fim, terá se passado meia hora. Neste exato momento põe-se fogo na outra ponta da outra corda e quando esta chegar ao fim, terão se passado mais 15 minutos.

quinta-feira, 25 de março de 2010

A relação da frequência com o comprimento de onda eletromagnética

As ondas eletromagnéticas são ondas transversais formadas pela combinação dos campos magnético e elétrico que se propagam no espaço perpendicularmente um em relação ao outro. São ondas eletromagnéticas as ondas de rádio, microondas, infravermelho, ultra violeta, raios X, raios gama e a luz visível ao olho humano. Estas ondas não precisam de um meio de propagação, podendo viajar até no vácuo.

Todas as ondas possuem grandezas físicas que são:

- Frequência: é o número de oscilações da onda por um certo período de tempo, representada pela letra f. A unidade derivada do SI para frequência é o hertz (Hz), que é a expressão de oscilações por segundo.

- Período: é o tempo necessário para a fonte produzir uma onda completa. No SI é representado pela letra T e é medido em segundos. É possível relacionar a frequência e o período de uma onda, a equação é f = 1/T ou T = 1/f.

- Comprimento de onda: é o tamanho de uma onda, que pode ser medida de crista a crista, do início ao final de um período ou de vale a vale. É representada no SI pela letra grega lambda (λ).

- Velocidade: todas as ondas possuem uma velocidade, que sempre é determinada pela distância percorrida sobre o tempo gasto. No vácuo, a velocidade de uma onda eletromagnética é a mesma para todas as frequências, sendo 299.792,458 km/s, ou seja, é a velocidade da luz, chamada de constante c.

- Amplitude: é a altura da onda, é a distância entre o eixo da onda até a crista. Quanto maior for a amplitude, maior será a quantidade de energia transportada.

O comprimento de onda tem uma relação inversa com a frequência, o comprimento de onda é igual à velocidade da onda dividida pela frequência da onda. Como a velocidade da luz é uma constante então esta relação é dada por λ = c/f. Que é a equação fundamental da ondulatória, v = λ.f, pois v = λ/T ou v = λ.1/T.

Os diversos tipos de ondas eletromagnéticas formam uma faixa de frequências com os respectivos comprimentos de ondas, que caracterizam o espectro eletromagnético. A figura abaixo mostra o espectro eletromagnético e os sentidos inversos do aumento na frequência e do aumento no comprimento de onda.


Por que uma onda de grande comprimento não pode ter uma frequência muito alta? Porque senão sua velocidade seria maior que a velocidade da luz. Lembre-se, as ondas eletromagnéticas se propagam com a mesma velocidade e por isso as ondas de maior freqüência são aquelas de menor comprimento de onda e as ondas de menor freqüência apresentam o maior comprimento de onda.

terça-feira, 23 de março de 2010

O poder das redes de relacionamento na comunicação

Desde a invenção da telegrafia por Samuel Morse em 1837 e do telefone pelo italiano Antonio Meucci, por volta de 1860, a comunicação humana avançou rapidamente. Com a liberação da Internet ao público em geral, em meados dos anos 90, a comunicação tornou-se muito mais dinâmica.

As redes de relacionamento são particularmente especiais na comunicação humana. Com elas é possível localizar pessoas e então manter um contato à todas elas, ou seja, proporcionam uma sensação de proximidade à um grande número de pessoas conhecidas. Pessoas que há muito tempo não são vistas são localizadas e adicionadas na rede, permitindo uma comunicação à qualquer momento.

Outra facilidade das redes de relacionamento é de poder conhecer novas pessoas. De acordo com os gostos pessoais, passatempos, interesses, área de atuação etc. as pessoas podem aproximar-se e assim estabelecer um novo contato de amizade ou profissional.

As redes de relacionamentos na internet são sites como Orkut, Facebook, LinkedIn etc. que permitem criar e manter comunidades. Estas redes de relacionamentos são capazes de proporcionar a comunicação em larga escala, ou comunicação de massa, e também permitem a comunicação segmentada, atingindo grupos específicos e classificados de acordo com características próprias ou preferências similares.

Com as redes de relacionamento é possível uma empresa criar um canal de proximidade com seus clientes, porém, os meios de comunicação de massa podem ser usados tanto para fornecer informações úteis como para alienar a população, determinando um modo de pensar e induzindo comportamentos e aquisição de produtos.

Como tudo nessa vida, as redes de relacionamento devem ser usadas com atenção. Devemos saber aproveitar o que tem de melhor e ao mesmo tempo manter um olhar crítico sobre as informações divulgadas. A comunicação é uma evolução que não para e está em constante movimento. É difícil prever o que mais será inventado na Internet mas é possível saber o que fazer com o que já existe.

segunda-feira, 22 de março de 2010

As fases da Lua

A Lua orbita a Terra em uma distância média de 382.400 quilômetros. Sua órbita completa define-se o mês lunar e tem duração de 29,53 dias. Este é o período sinódico, também chamado de lunação ou mês sinódico da Lua. Da mesma forma que a Terra, metade da Lua é iluminada pelo Sol enquanto a outra metade fica no escuro. Com a Lua circulando a Terra, vemos mudanças na fração da parte iluminada voltada para nós. Estas mudanças são as fases da Lua e se repetem sempre na mesma ordem.

Apesar de enxergarmos durante o mês lunar quase 30 fases da Lua, apenas quatro fases lunares são as principais e recebem denominações especiais: são as Luas Nova, Quarto Crescente, Cheia e Quarto Minguante.

Na fase chamada de Lua Nova, a Lua está posicionada entre a Terra e o Sol. Nós vemos o lado da Lua que não está iluminado pelo Sol. Nesta fase, a Lua está no céu durante o dia, nascendo e se pondo com o Sol. Quando a Lua está exatamente alinhada com o Sol, temos um eclipse solar.

Com o movimento da Lua afastando-se do Sol, nós começamos a ver um pouco do lado iluminado da Lua, em uma forma côncava. A Lua cresce, ou engrossa, à cada noite. Quando metade do disco lunar está iluminado, chamamos esta fase de Quarto Crescente. Nesta fase a Lua nasce aproximadamente ao meio-dia e se põe à meia-noite.

A Lua continua a crescer. Quando mais da metade do disco está iluminado, toma-se uma forma convexa. Esta convexidade vai crescendo a cada noite até ser possível ver todo o lado iluminado da Lua. Esta é a fase chamada de Lua Cheia. Nesta fase a Lua nasce ao pôr do Sol e se põe junto com o nascer do Sol do próximo dia. Também nesta fase a Lua completa metade do mês lunar. Quando a Lua está exatamente alinhada com a Terra e o Sol, temos um eclipse lunar.

Durante a segunda metade do mês lunar, sua forma ainda é convexa mas torna-se mais fina a cada noite. Atingido os três quartos do mês lunar, a Lua mostra novamente metade do disco iluminado e a outra metade no escuro. É a fase Quarto Minguante. Entretanto, estes lados estão trocados em relação a fase de Quarto Crescente. Nesta fase a Lua nasce à meia-noite e se põe ao meio-dia.

Em seu último quarto do mês lunar a nossa visão do lado iluminado da Lua toma-se novamente a forma côncava. A cada noite a concavidade torna-se mais fina. A Lua completa sua jornada retornando a fase de Lua Nova.


A figura acima, fora de escala, demonstra as fases da Lua. A representação da Lua em órbita mostra os lados escuros e os lados ocultos. A nossa visão de cada fase, do Hemisfério Sul da Terra, é mostrada na linha inferior.

Existe uma sincronia entre os movimentos de rotação e revolução da Lua. Por causa disso, ela mantém sempre a mesma face voltada para a Terra. Não podemos observar plenamente o outro lado e por isso recebe o nome de lado oculto.

Da mesma forma que o Sol a Lua nasce no leste e se põe no oeste. Durante a primeira metade do mês lunar a Lua recebe a luz do Sol que está se pondo ou já se pôs e durante a segunda metade do mês lunar a Lua recebe a luz do Sol que está prestes a nascer ou que já nasceu.

domingo, 21 de março de 2010

Porque o espaço é escuro?

Esta questão que aparenta ser simples, é bastante complexa para responder. É uma questão que na história muitos cientistas já refletiram sobre, incluindo Johannes Kepler, Edmond Halley e o astro-físico alemão Heinrich Wilhelm Olbers.

Há duas coisas para se pensar sobre isto. Primeiramente, por que o céu durante o dia é azul? Esta questão é simples de ser respondida. O céu durante o dia é azul porque a luz do Sol, que está relativamente próximo à Terra, colide com as moléculas da atmosfera terrestre e dispersa-se em todas as direções. A cor azul é um resultado deste processo de dispersão. À noite, quando a parte da Terra está voltada para o lado oposto ao Sol, o espaço se mostra escuro porque não há uma fonte de luz próxima, como o Sol, para dispersar-se. Se estivéssemos na Lua, onde não há atmosfera, o céu apareceria escuro tanto à noite quanto de dia.

Agora a parte difícil. Se o universo é repleto de estrelas, por que as luzes de todas as estrelas não se somam para fazer todo o céu brilhar constantemente? Esta dúvida existe pois o universo é infinitamente largo e infinitamente velho, então supõe-se que o céu noturno deveria ser brilhante pela luz de todas as estrelas. Em qualquer direção no espaço que se olhe veremos muitas estrelas. Mesmo assim temos a verificação de um espaço escuro. Este paradoxo é conhecido como Paradoxo de Olbers. É um paradoxo por causa desta contradição entre nossa expectativa de um céu brilhante à noite e nossa verificação de que o céu é escuro.

Muitas explicações já foram postas para tentar resolver o Paradoxo de Olbers. A melhor solução até o presente é que o universo não é infinitamente velho, possui aproximadamente 15 bilhões de anos de existência. O que significa que só vemos objetos tão distantes quanto a distância percorrida pela luz em 15 bilhões de anos. As luzes das estrelas além desta distância ainda não tiveram tempo para chegar até nós e então não podem contribuir para fazer o céu brilhar.

Outra razão do céu não ser brilhante com as luzes de todas as estrelas é porque quando uma fonte de luz está se movendo para longe de nós, o comprimento da onda de luz se torna alongado. Isto significa que as ondas de luz das estrelas que estão se afastando de nós tornam-se desviadas para o vermelho, e podem ter se desviado tanto que não estão mais visíveis. O efeito Doppler também se verifica com as ondas de luz.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Criar uma máquina virtual a partir de um S.O. em um disco

Esta é uma técnica bastante utilizada na computação forense quando se precisa periciar o sistema operacional de uma máquina. Todo o conteúdo do disco rígido é clonado para uma imagem e assim o sistema pode ser iniciado e vasculhado sem o risco de modificar ou perder o conteúdo original, ou seja, este procedimento serve para preservar a evidência.

No nosso exemplo vamos usar uma ferramenta do ambiente Linux e o Sun VirtualBox para executar a máquina virtual. Então, retire o disco rígido da máquina investigada pois tudo será feito em uma outra máquina, para o trabalho. Acompanhe as etapas a seguir:

Conecte a unidade de disco rígido na máquina de trabalho, pode ser por um adaptador USB ou diretamente na controladora de disco. Importante não montar o sistema de arquivos para manter a integridade dos dados, o acesso ao disco será diretamente no nível raw.

Copie todo o conteúdo do disco para uma imagem no HD da máquina de trabalho. Use o comando "dd" para isto, siga o exemplo da linha abaixo de acordo com o dispositivo de origem:

$ dd if=/dev/sdg of=imagem-hd.img

A imagem gerada está no formato raw pois é uma cópia de um acesso no nível binário do disco, abaixo do nível do sistema de arquivos. O VirtualBox não trabalha com imagens neste formato, as unidades de disco virtuais devem estar em um outro formato de armazenamento, denominado "Virtual Desktop Image" ou VDI. Converta para este formato usando o utilitário "VBoxManage", incluído no pacote do VirtualBox. A linha de comando completa é semelhante a demonstrada abaixo:

$ VBoxManage convertfromraw --format VDI imagem-hd.img imagem-hd.vdi

Neste ponto o sistema está quase pronto para ser iniciado, necessita somente criar a máquina virtual no VirtualBox e especificar esta imagem VDI como sendo a unidade de disco rígido. Se tudo ocorreu corretamente, o sistema provavelmente será iniciado.

No momento da criação da máquina virtual alguns detalhes precisam ser respeitados. Geralmente é necessário manter o tipo da controladora de disco, por exemplo, se o disco rígido é padrão SATA então defina a controladora da máquina virtual para o padrão SATA. Detalhes assim podem atrapalhar a inicialização. Quanto aos drivers de rede, som, vídeo etc., estes podem ser reinstalados com a máquina em funcionamento.

Em um trabalho profissional o processo de cópia do HD original para uma imagem deve ser assistido por um equipamento que proteja o disco que qualquer escrita. Um equipamento com este propósito é o "Tableau T8 Forensic USB Bridge". Mas em uma atividade doméstica ou em caso de não ser necessária tanta proteção, nada disso é preciso.