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terça-feira, 15 de maio de 2012

SIMET Sistema de Medição de Tráfego Internet

Aposente todos os medidores de velocidade de Internet que você costuma utilizar, agora existe um bem mais interessante e possivelmente mais fidedigno, trata-se do SIMET (Sistema de Medição de Tráfego Internet).

No SIMET (http://simet.nic.br/) os testes são feitos até o PTT (Ponto de Troca de Tráfego) mais próximo do local que se encontra seu computador. Por que isto é melhor? Porque se um teste for feito em um local distante, às vezes até em outro país, não estará sendo testada a qualidade da rede do seu provedor, e sim a rede de todos os provedores utilizados para chegar ao local do teste. Se você possui uma conexão boa mas no meio no caminho existe um tráfego lento, o resultado da medição fica comprometido.

O SIMET é mantido pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologias de Redes e Operações (http://www.ceptro.br/). O CEPTRO.br é a área do NIC.br responsável por serviços e projetos relacionados principalmente à infra-estrutura da Internet no Brasil e ao seu desenvolvimento.

Um PTT (http://ptt.br/) é um local onde os provedores e empresas se conectam para a comunicação direta entre si, do tráfego de Internet. O PTTMetro é um projeto do Comitê Gestor da Internet no Brasil (http://www.cgi.br/) que desenvolve a infra-estrutura necessária para a interconexão direta entre as redes que compõem a Internet Brasileira. Então, um PTTMetro é uma interligação de pontos de interconexão de redes, comerciais e acadêmicas, em um gerenciamento centralizado. Atualmente existem 20 PTTs no Brasil, localizados nas regiões metropolitanas.

Ao acessar a página de teste do SIMET (http://simet-publico.ceptro.br/), o navegador solicita uma autorização para executar a aplicação em Java. Basta aceitar. Como o sistema usa o Java para realizar os testes, é necessário ter o Java VM.

O teste aborda diversas propriedades de uma conexão. O primeiro teste é da latência, que é o tempo necessário para uma mensagem ir a um destino e voltar deste, também conhecido como Ping. O segundo teste é do Jitter, a diferença entre os Pings, para upload e download. Depois são testadas as velocidades de upload e download nos protocolos TCP e UDP.

Todos os testes são ilustrados com gráficos, além das tabelas com os resultados finais. Visualmente é bem agradável e legível. Como se não bastasse, é possível ainda informar o CEP da sua localidade e assim alimentar um mapa de todo o território brasileiro, com o resultado da sua medição.

O SIMET possui um Mapa de Qualidade (http://simet.nic.br/mapas/) que ilustra os pontos onde foram realizados testes pelo SIMET. Cada ponto recebe uma cor de acordo com a qualidade da conexão. São inúmeros pontos por todo o Brasil, aplicando o zoom visualizam-se as cidades com milhares de pontinhos. É bem interessante!



Para mais informações consulte a FAQ (Perguntas Frequentes) no endereço http://simet.nic.br/faq.html

terça-feira, 13 de março de 2012

Segurança eletrônica

Reproduzido do site da Polícia Civil do Estado de São Paulo, seguem algumas dicas de segurança eletrônica:

1. Evite abrir e-mails de remetentes desconhecidos; se forem abertos e estiverem acompanhados de arquivos anexos, não abra tais anexos em hipótese alguma. Geralmente são arquivos executáveis que se infiltram no seu computador.
2. Evite abrir e-mails de bancos e órgãos oficiais como Receita Federal, TRE, DETRAN e SERASA. Essas instituições não enviam e-mails, a não ser que seja solicitado pelo usuário.
3. Faça instalação de programas antivírus, de preferência fabricantes conhecidos, e evite programas piratas.
4. Fazer uso de Backup (cópia de segurança) em arquivos importantes.
5. Escolha sites conhecidos.
6. Certifique-se da segurança do site. Ele deve ter um ícone de cadeado na parte inferior da tela.
7. Só digite números pessoais como identidade, CPF ou cartão de crédito em sites criptografados (essa técnica de segurança ‘‘embaralha’’ as informações para que só os computadores do site consigam desvendar o real significado de suas informações pessoais). Para saber se a empresa conta com esse processo, procure o link que descreve as formas de pagamento e condições de segurança.
8. Verifique se os dados do seu cartão de crédito ficam armazenados no banco de dados da loja virtual. Os melhores sites são os que não salvam esses dados.
9. Imprima todas as etapas da negociação feita pela Internet. Inclusive a descrição do produto, os termos de pagamento, condições e a garantia.
10. Evite deixar em seu computador pessoal (PC) senhas gravadas ou o uso da função auto-completar.
11. Crie senhas aleatórias, mesclando letras e números e procure alterá-la periodicamente, evite usar nomes que possam facilitar a ação de Hackers como data de aniversário, numero do telefone, datas comemorativas e nomes de familiares ou animais de estimação.
12. Não forneça dados pessoais em salas de relacionamento ou bate-papos on-line. Os criminosos são capazes de desvendar senhas com apenas algumas informações pessoais.
13. Nunca divulgue número de cartão, conta bancária ou senha por e-mail.
14. Os pais devem ficar atentos e monitorar os contatos e relacionamentos que envolvem crianças e adolescentes, principalmente durante a madrugada.

Fonte: Polícia Civil do Estado de São Paulo (http://www2.policiacivil.sp.gov.br/x2016/modules/mastop_publish/?tac=Seguran%E7a_eletr%F4nica)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Alocação de IP

Atualmente, na Internet, usa-se o protocolo IPv4 para os endereços das máquinas. Contudo esta versão do protocolo de internet suporta apenas quatro bilhões de endereços e este número já se esgotou na alocação internacional. Mas como é organizada a alocação de endereços IP?

A alocação internacional de números IP é gerenciada pela IANA (Internet Assigned Numbers Authority). A IANA é responsável pela coordenação global da Internet e é uma das instituições mais antigas da Internet, com início das atividades nos anos 70.

Abaixo da IANA existem cinco autoridades regionais, chamadas de RIR (Regional Internet Registry). A RIR é uma organização que gerencia a alocação de números IP em regiões particulares no mundo. A América Latina e parte do Caribe, por exemplo, é gerenciada pelo RIR LACNIC (Latin America and Caribbean Network Information Centre). A IANA delega os recursos de Internet para as RIRs que, por sua vez, distribui a cada país, provedor ou organização que os solicitarem.

No Brasil, o NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR) é quem solicita os endereços à LACNIC. O NIC.br então distribui os endereços IP aos provedores nacionais. Assim, cada provedor recebe uma faixa de endereços para que seus clientes tenham acesso à Internet.

Alguns provedores disponibilizam diretamente aos usuários estes endereços IP, designados lá desde a IANA e chamados de IPs reais. São números únicos na Internet. Outros provedores fazem uma rede interna, utilizando endereços destinados para redes privadas, e desta forma, possibilitam que mais de um usuário compartilhem um endereço real na Internet.

A notícia de esgotamento é para a reserva internacional, a reserva nacional ainda conta com alguns números disponíveis para distribuição. O mesmo pode estar acontecendo nas reservas internas de outros países. Quando estas reservas nacionais acabarem e os provedores também não tiverem mais IPs para fornecer aos clientes, aí sim o IPv4 estará realmente esgotado.